O Buraco do meu
Umbigo; quer ponto mais central e crítico? Não, nós
não somos três surtados
estudantes de jornalismo, que dizer, somos três estudantes de jornalismo,
mas nada de surtados, pelo menos não em condições normais de temperatura e
pressão, ou seja, em Juazeiro e
Petrolina não há normalidade de
temperatura e pressão, não no sentido que as estou empregando. Logo, não nos
resta muito tempo para a
SANIDADE; e quem a quer afinal de contas?
Deixemos isso para mais tarde, quando a falta de tempo nos deixar ainda mais
loucos por não haver tempo para o pensamento. Pois bem,
VOLTANDO AO QUE INTERESSA e desvendando o nosso querido blog, estamos apenas a fazer uma referência ao buraco negro que
é a
nossa mente e a um centro de discussão crítica. Mas não se prenda à
nossa ínfima linha de raciocínio, aqui a criatividade está em questão. Nunca se
sabe, ao certo, o que a mente humana é capaz de
produzir, por isso não se reprima. Aqui
O BURACO É NOSSO (o
do umbigo, obviamente), mas se quiser apelidá-lo de “imbigo”, e
torná-lo seu também, vá em frente, se esparrame no sofá e sinta-se em
casa.
Como nem todos os freqüentadores desse blog são ligados a área de comunicação, e não pretendemos restringir o nosso contato a determinado público, vamos antes de iniciar o nosso destrinchar da indústria cultural, em determinados âmbitos, falar um pouco a respeito do significado da mesma. Afinal, é por não ter o conhecimento de sua influência e capacidade de alcance, que muitos se deixam levar por seus ideais.
Indústria cultural é o nome genérico que se dá ao conjunto de empresas e instituições cuja principal atividade econômica é a produção de cultura, com fins lucrativos e mercantis. No sistema de produção cultural encaixam-se a TV, o rádio, jornais, revistas, entretenimento em geral. Estes são elaborados de forma a aumentar o consumo, moldar hábitos, educar, informar, podendo pretender ainda, em alguns casos, ter a capacidade de atingir a sociedade como um todo.
Informações da Organização Mundial do Comércio (OMC) dão conta de que o faturamento das indústrias criativas no mercado internacional duplicou nos primeiros três anos do século XXI. Segundo os cálculos dos especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU), a economia criativa, que envolve setores tão díspares como o teatro, o artesanato, a televisão, o cinema, a publicidade e desenvolvimento de programas de computador, entre muitos outros, é responsável, hoje, por 7% das riquezas produzidas no mundo (o produto Interno Bruto, ou PIB) e, como cresce rapidamente, logo chegará aos 10%. Essa, no entanto, é uma média estatística, e esconde disparidades terríveis, que não podem ser ignoradas.
Confira no video abaixo a influência da Indústria Cultural na vida daqueles que fazem parte do processo de forma bastante ativa, a exemplo da Britney.